A região carbonífera do Sul de Santa Catarina — Criciúma, Siderópolis, Urussanga, Lauro Müller, Nova Veneza — foi palco da Ação Civil Pública do Carvão (ACP 93.8000533-4), que responsabiliza mineradoras e União pela recuperação de áreas degradadas e passivos de contaminação. Isso mantém demanda técnica constante por investigação ambiental na região.
Do que se trata a ACP do carvão
A ACP do carvão é uma das maiores ações ambientais em curso no Brasil. Sob supervisão do MPF e do Grupo Técnico de Assessoramento (GTA), as empresas envolvidas e a União executam PRAD em milhares de hectares e monitoram passivos de drenagem ácida (DAM), metais pesados e rejeitos. Toda intervenção passa por caracterização técnica robusta.
Substâncias e questões-alvo
A investigação ambiental na região carbonífera se concentra em:
- Drenagem ácida de mina (DAM): pH baixo, sulfato, Fe, Mn, Al
- Metais pesados em rejeitos (As, Cd, Pb, Zn)
- Contaminação de aquíferos livres e semiconfinados
- Assoreamento e acidificação de corpos hídricos
- Caracterização geoquímica de estéreis e rejeitos
Indústria cerâmica e outras atividades
Além da mineração de carvão, o Sul de SC concentra o maior polo cerâmico do país (revestimentos, esmaltes, corantes), que também gera passivos — antigas áreas de descarte de esmaltes, borra de moagem e efluentes. Postos, oficinas e agroindústrias completam o quadro de investigação na região.
Atuação da Carbon Sul no Sul catarinense
Executamos IP, IC e ID conforme CONAMA 420 e NBR ABNT em Criciúma, Içara, Siderópolis, Urussanga, Tubarão, Araranguá e demais municípios do Sul. Equipe própria de sondagens, poços de monitoramento, análises INMETRO e ART. Peça um diagnóstico para o seu passivo.

